O preço dos imóveis brasileiros teve alta média de 6,52% no ano de 2025, segundo Índice FipeZAP. É a segunda maior variação anual dos últimos 11 anos, atrás apenas de 2024, quando os preços subiram 7,73% em média.
Dentre 22 capitais do país analisadas, Vitória (ES) encerrou o ano com maior valor cobrado por metro quadrado, com média de R$ 14.108.
Considerando a lista completa de 56 cidades brasileiras do índice, a capital capixaba fica em 3° no ranking, atrás de dois municípios em Santa Catarina: Balneário Camboriú lidera, com preço médio de venda de R$ 14.906 por metro quadrado; seguida de Itapema, que teve o metro quadrado negociado a R$ 14.843 em média.
Por sua vez, as cidades mais baratas do ranking foram Pelotas (RS), com custo de R$ 4.353 por metro quadrado; Betim (MG), em que imóveis foram negociados por R$ 4.700 por metro quadrado; e São Vicente (MG), a R$ 4.771 por metro quadrado.
A cidade que obteve a maior valorização por metro quadrado foi Salvador (BA), com alta de 16,25% nos imóveis. João Pessoa (PB), com alta de 15,15% e Vitória (ES), com alta de 15,13%, foram outros dos dois municípios com preços mais valorizados em 2025.
Baseado em anúncios de imóveis residenciais para venda, os imóveis com maior preço foram aqueles com um dormitório, com custo médio de R$ 11.669 por metro quadrado, alta de 8,05% no ano.
Já as unidades com dois dormitórios apresentaram menor custo, de R$ 8.622/m².
Veja lista de cidades com maior preço médio de venda de imóveis
- Balneário Camboriú (SC): R$ 14.906/m²;
- Itapema (SC): R$ 14.843/m²;
- Vitória (ES): R$ 14.108/m²;
- Itajaí (SC): R$ 12.848/m²;
- Florianópolis (SC): R$ 12.773/m²;
- São Paulo (SP): R$ 11.900/m²;
- Barueri (SP): R$ 11.696/m²;
- Curitiba (PR): R$ 11.686/m²;
- Rio de Janeiro (RJ): R$ 10.830/m²;
- Belo Horizonte (MG): R$ 10.642/m².

