O influenciador Carlinhos Maia usou suas redes sociais nesta quinta-feira (3/4) para se manifestar sobre a prisão de Maxsuwell Rodrigues, mais conhecido como Vovozona. O influenciador ganhou visibilidade ao participar do Rancho do Maia, reality virtual criado por Carlinhos.
Por meio de suas redes, Maia pediu para que seu nome não fosse vinculado ao de Maxsuwell. “Deixando claro, a gente não tem nada a ver com a vida pessoal dos participantes do Rancho. A gente tem a ver aqui dentro, mas a vida pessoal de cada um é responsabilidade da própria pessoa”, declarou.
Afirmou que não pode responder por atitudes dos participantes
Ele ainda destacou que não tem controle sobre o que acontece fora do reality, dado o grande número de participantes. “Se quiserem me vincular a algo, que seja ao que acontece dentro do Rancho. De resto, são adultos, não trabalho com crianças.”
O influenciador também reforçou que não pode se responsabilizar pelas ações de todos os envolvidos no projeto. “Sou responsável pelo que eu faço. Infelizmente, são 90 pessoas e Carlinhos Maia não tem como saber o que se passa na cabeça e na vida de cada uma delas”, afirmou.
Em outro trecho da declaração, Maia lamentou a situação envolvendo Vovozona. “Sempre foi uma pessoa gente boa e querido por todos. Estamos tristes e sem entender o que aconteceu”, disse.
Entenda o caso
Maxsuwell Rodrigues, conhecido como Vovozona, foi preso na manhã desta quinta-feira (3/4) durante uma nova fase da Operação Epílogo. A ação, realizada pela Polícia de Alagoas, tem como alvo suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas e armas.
A operação cumpriu mandados de prisão expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital em diversos estados, incluindo Alagoas, São Paulo, Goiás, Sergipe e Bahia. No total, foram mais de 32 mandados de prisão e 86 de busca e apreensão.
As investigações duraram mais de um ano e focaram em uma organização criminosa que atuava em várias cidades alagoanas, principalmente em Penedo, além de Piaçabuçu, Maceió e Arapiraca.
Vovozona e os demais investigados terão restrições, como a proibição de deixar a comarca onde residem por mais de oito dias sem autorização judicial. Além disso, deverão comparecer mensalmente à Justiça entre os dias 5 e 10, a partir de abril de 2025. Eles também estão impedidos de manter contato com outros suspeitos da operação.