Garantir apoio à segurança alimentar e fomentar a economia no estado, são os principais objetivos do programa Peixe no Prato Solidário do Governo do Amazonas, coordenado pela Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS), em parceria com o Fundo de Promoção Social e Erradicação a Pobreza (FPS). Até esta quinta-feira (02/04), serão entregues 470 toneladas de pescado a instituições credenciadas à rede de assistência estadual.
Ao todo, o investimento com a aquisição do pescado foi de aproximadamente R$ 8 milhões, beneficiando também os piscicultores do estado.
A compra do pescado, como explica a diretora-presidente da ADS, Michelle Bessa, é feita pelo Programa de Assistência Familiar (PAF), e todo o produto entregues as instituições é proveniente de piscicultores da capital e dos municípios de Autazes, Apuí, Careiro, Careiro da Várzea, Iranduba, Itacoatiara, Manacapuru, Novo Airão e Rio Preto da Eva.


“Além disso, tem essa grande compra do piscicultor do estado. São mais de R$ 8 milhões injetados na economia, garantindo emprego e renda para esses trabalhadores e trabalhadoras”, declarou Michelle Bessa.
Este ano, o Peixe no Prato Solidário irá beneficiar 600 instituições, da capital e Região Metropolitana de Manaus, alcançando mais de 150 mil famílias em situação de vulnerabilidade. A distribuição às instituições iniciou na segunda-feira (30/03) e segue até hoje.
Satisfação
O presidente de honra da Cooperativa dos Agricultores e Produtores Rurais de Careiro (Capruc), Egídio Cassol, destacou a importância do incentivo do Governo do Amazonas à piscicultura regional com iniciativas que fortalecem essa cadeia produtiva.
“Ações como Peixe no Prato, doação de aeradores, incentivos com outros insumos na nossa produção, isso é muito importante para que a gente tenha esse impulso no nosso trabalho. O Governo e a ADS têm nos ajudado muito”, pontuou Cassol.
Já a presidente do Instituto Solidários da Amazônia, Lenisse Nascimento, agradeceu pela contribuição que beneficiará as famílias assistidas pela instituição. “Nesse momento podemos acolher essas famílias debaixo do nosso teto, onde eles recebem o pescado de forma humanizada. Que esse programa continue por muitos e muitos anos”, disse Lenise.

