O Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) convoca a população com atraso vacinal a atualizar a imunização neste sábado (07/11), durante o Dia D Estadual de Vacinação contra o Sarampo. A mobilização integra as estratégias de prevenção e vigilância da doença e conta com a parceria das Secretarias Municipais de Saúde e de instituições parceiras, incluindo os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) e as Casas de Saúde Indígena (Casai).

A ação busca ampliar as oportunidades de acesso à vacina, especialmente para quem não consegue comparecer às unidades de saúde durante a semana, em horário comercial.
De acordo com a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, o Dia D fortalece as estratégias de enfrentamento ao sarampo e contribui para ampliar a cobertura vacinal e reduzir o risco de circulação do vírus no Amazonas. “A vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo. Por isso, a FVS-RCP reforça a importância de aproveitar a mobilização do Dia D e buscar a imunização”, orienta.
A gerente estadual de Imunização da FVS-RCP, Angela Desirée, explica que a vacinação está disponível para pessoas de 12 meses a 59 anos, conforme as recomendações do calendário vacinal. “As secretarias municipais de saúde estão organizando estratégias diferenciadas em cada território para aumentar as oportunidades de acesso da população à imunização”, salienta.
Tríplice fronteira
Na região de tríplice fronteira, que abrange os municípios de Tabatinga, Benjamin Constant e Atalaia do Norte, a mobilização terá uma estratégia diferenciada, com vacinação indiscriminada de pessoas a partir de 6 meses de idade.
A medida segue orientação do Ministério da Saúde, em resposta à identificação de casos de sarampo na região, e busca ampliar a proteção da população e interromper a transmissão do vírus.
Sobre o sarampo
O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa, causada por vírus e transmitida principalmente pelo ar, por meio de gotículas e aerossóis eliminados por pessoas infectadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.
Os principais sintomas são febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza e conjuntivite. A doença também pode provocar complicações, especialmente em crianças pequenas e pessoas com maior risco de agravamento.

