Para quem precisa de pouco mais do que alguns dias de folga para fazer as malas e partir em uma viagem, outubro e novembro são meses especialmente convidativos. Juntos, eles concentram quatro feriados nacionais, que podem render desde uma escapada rápida para descansar até viagens mais longas e cheias de programação.
No interior paulista, Amparo combina bem com uma viagem curta a partir de São Paulo, em uma escapada que reúne queijos e história. Já a Praia do Preá, no Ceará, ganha força entre os destinos para quem busca esportes aquáticos, como o kitesurf, que vive o auge de sua temporada. No exterior, o Deserto do Atacama, no norte do Chile, reúne atrativos naturais que vão desde vulcões, gêiseres e salares até experiências de observação do céu em tours astronômicos.
O Vanguarda do Norte selecionou dez destinos nacionais e internacionais para servir de inspiração para sua próxima viagem. Alguns lugares são mais próximos de capitais brasileiras e podem ser aproveitados em viagens curtas, enquanto outros exigem um deslocamento mais longo e, consequentemente, maior planejamento.Play Video
Abaixo, confira 10 destinos para viajar em outubro e novembro:
Nacionais
1. Amparo (São Paulo)

A pouco mais de 130 km de São Paulo, Amparo é uma opção para quem busca fazer viagens de curta duração, entre um e três dias, modalidade que têm crescido no segundo semestre de 2026. A cidade tem suas origens no final do século XVIII, quando o povoado começou a se formar ao redor de uma capela dedicada a Nossa Senhora do Amparo.
Hoje, a localidade combina esse passado histórico com diferentes atrativos: é uma estância hidromineral, integra as Rotas do Queijo de São Paulo e abriga fazendas históricas que preservam construções, paisagens e costumes de épocas passadas.
O centro histórico preserva ruas de paralelepípedos, casarões dos séculos XIX e XX ligados ao ciclo do café e igrejas centenárias. Também vale visitar o Museu Bernardino de Campos, localizado em um antigo casarão, cujo acervo com mais de sete mil peças conta a evolução social, política e cultural do interior paulista.
Um dos pontos fortes da cidade é o turismo em fazendas e vinícolas. Uma delas, a Fazenda Atalaia, fica em uma edificação que remete ao ciclo do café. Reconhecida por sua produção queijeira artesanal, a propriedade é famosa pelo Queijo Tulha, o primeiro produto brasileiro premiado com uma medalha de ouro no World Cheese Awards, em 2016. O local oferece visitas guiadas, refeições, degustação de queijos e dispõe de uma lojinha com produtos artesanais.
A Vinícola Terrassos também fica na cidade. Por ali, os visitantes podem fazer degustação e provar os pratos do restaurante da casa, que serve pratos italianos. Outro ponto turístico é o Polo Astronômico de Amparo, que conta com o maior telescópio em operação do estado e o maior do Brasil aberto à visitação pública. Lá é possível fazer visitas guiadas, contemplar o céu a olho nu, assistir a simulações e observar os astros com telescópios. Para isso, é necessário comprar ingresso com antecedência no site. As entradas custam a partir de R$ 98 (inteira).
2. Praia do Preá (Ceará)

A cerca de 280 km de Fortaleza, a Praia do Preá, no município de Cruz, oferece visuais deslumbrantes e areia fininha em uma das costas mais extensas do litoral cearense. Diferente da Vila de Jericoacoara, que fica a 12 km do Preá, a praia é um refúgio mais tranquilo e exclusivo.
Nessa época, o destino é ideal para quem busca belezas naturais e esportes aquáticos, já que é um dos lugares mais recomendados para praticar kitesurf e windsurf no Brasil, graças aos fortes ventos que sopram na região entre setembro e outubro.
Uma vez na região, não deixe de fazer o passeio até as Dunas da Barrinha, no distrito de Acaraú, para avistar o pôr do sol. Também vale visitar o Parque Nacional de Jericoacoara, que reúne dunas, lagoa e praia. Uma das atrações do parque é a Pedra Furada, formação rochosa esculpida pelas águas da Praia das Conchas.
Nos arredores, no município de Jijoca de Jericoacoara, vale visitar a Lagoa de Jijoca (ou do Paraíso), uma lagoa de águas tranquilas com tons que vão do verde ao azul claro e formam um bonito cenário com a areia clara.
Entre as hospedagens, destaque para a Casa Siará, hotel que oferece apenas oito suítes espaçosas e tratamento altamente personalizado. O Casana Hotel é outra opção, com sete bangalôs que podem ter mais de 100 m² e cozinha comandada pelo chef executivo Gianfranco Janjacomo.
3. Delta do Parnaíba (Maranhão e Piauí)

Na divisa entre o Piauí e o Maranhão, o Delta do Parnaíba é onde o Rio Parnaíba deságua no Oceano Atlântico, oferecendo banhos de água doce e salgada. Esse encontro resulta em uma mistura de ilhas, igarapés, dunas e manguezais, rodeada por uma rica biodiversidade.
O Delta é um dos principais destinos da Rota das Emoções e fica em uma área de proteção ambiental de 307 mil hectares. Os principais atrativos da região incluem passeios para as cinco saídas para o mar: Barra do Igaraçu, das Canárias, Caju, Melancieiras e Tutoia. Outubro é um mês favorável para visitar o destino.
Outra possibilidade é visitar as comunidades do Delta para conhecer os modos de vida tradicionais e seus costumes. As Ilhas das Canárias, em Araioses, por exemplo, abrigam um povoado de pescadores com mais de 2.500 habitantes. Na comunidade da Ilha Grande dos Paulinos, em Tutoia, os moradores vivem da pesca, da caça do caranguejo e do artesanato da palha da carnaúba.
O estuário dos rios Timonha e Ubatuba, onde se encontram manguezais e apicuns, é um ambiente propício para a reprodução do peixe-boi marinho e outros animais, como peixes, camarões, siris e mariscos. Os interessados em observar a biodiversidade podem fazer um passeio ao local.
A região ainda costuma impressionar os visitantes com o pôr do sol e a Revoada dos Guarás, momento em que as aves avermelhadas dão um show no horizonte. O passeio ao Delta ainda pode ser combinado com Barra Grande, praia no município de Cajueiro da Praia famosa pela prática de kitesurf.
4. Parque Nacional da Chapada das Mesas (MA)

Embora seja menos conhecida do que outras chapadas brasileiras, a Chapada das Mesas, no Maranhão, reúne paisagens de grande beleza e uma variedade de atrativos naturais. O nome vem dos platôs de arenito que se destacam na paisagem e remetem ao formato de mesas. Entre os cenários encontrados na região estão cânions, cavernas, cachoeiras e piscinas de águas cristalinas. Outubro é um mês dentro do período considerado seco, já novembro ainda pode funcionar, mas fique atento à estação chuvosa.
O Parque Nacional da Chapada das Mesas protege 159 mil hectares de Cerrado nos municípios de Carolina, Riachão e Estreito, além de mais de 400 nascentes. A partir de Carolina, o parque fica a cerca de 80 km: são aproximadamente 30 km por estrada asfaltada e outros 50 km por uma estrada de terra, com trechos off-road.
Dentro do parque, as opções de atividades são variadas. É possível praticar rapel e canionismo nas cachoeiras de São Romão e da Prata, em Carolina, conhecidas pelas grandes quedas. Também há trekking até o Morro das Figuras, onde estão inscrições rupestres, e trilhas que levam ao Morro do Chapéu, uma das formações rochosas mais emblemáticas da região.
No coração da Chapada das Mesas, ainda há o complexo Pedra Caída, destino com seis cachoeiras para visitação, teleférico, tirolesa de 1.400 m de extensão e pirâmide de vidro a 400 metros de altitude que serve como ponto de observação.
5. Vitória (ES)

Que tal conhecer uma capital tranquila, com praias e gastronomia marcada por moqueca capixaba e frutos do mar? Considere Vitória, no Espírito Santo, cidade formada por 33 ilhas e uma porção continental.
A Praia de Camburi é a única de Vitória localizada na área continental. Com 6 km de extensão, é urbanizada e arborizada e reúne estrutura para diferentes atividades, como windsurf, kitesurf, corrida, caminhada, ciclismo, skate e patins. Um monumento a Iemanjá marca o início da praia, que também conta com quiosques ao longo da orla.
Já a Praia da Curva da Jurema tem águas mais calmas, favoráveis à prática de stand-up paddle e a passeios de veleiro. Entre outras praias que merecem entrar no roteiro estão a Praia das Castanheiras, na Ilha do Frade, e as praias da Ilha do Boi, conhecidas pelas águas tranquilas e pelo entorno mais preservado.
A cidade também atrai turistas para observar baleias jubarte, que podem ser vistas entre julho e novembro, entre 20 e 40 km de distância do litoral. Para quem se interessa em conhecer espaços culturais, o Cais das Artes, projetado por Paulo Mendes da Rocha e inaugurado em abril deste ano, integra museu, praça pública e teatro em uma área de cerca de 30 mil m². Até dezembro, o complexo recebe esculturas, instalações e ações educativas ao ar livre aos fins de semana. A entrada é gratuita.
Ainda vale conhecer o Palácio Anchieta, uma das mais antigas sedes de governo do Brasil, a Catedral Metropolitana de Vitória e as Paneleiras de Goiabeiras, que fabricam as panelas de barro. Na gastronomia, Vitória tem cozinha marcante, com a moqueca capixaba, que, diferente da moqueca baiana, não costuma levar leite de coco, pimentão e azeite de dendê, e a torta capixaba, com bacalhau, palmito e frutos do mar.
Combine a viagem com uma ida a Vila Velha, cidade vizinha, para visitar o Convento da Penha, que oferece uma bela vista da cidade e o Farol de Santa Luzia, o marco zero da colonização do Espírito Santo.
Internacionais
6. Cidade do México

Em outubro e novembro, a Cidade do México combina temperaturas amenas com o clima mais seco característico do outono. O Dia dos Mortos, em 2 de novembro, agita todo o país com festividades que celebram a memória, a espiritualidade e o respeito pelos antepassados. No feriado, os mexicanos montam altares coloridos em suas casas, cemitérios ou espaços públicos em homenagem aos falecidos, tradição é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco.
Na cidade, um dos pontos que não pode ficar de fora do roteiro é o Zócalo, a praça central rodeada por edifícios coloniais construídos, em parte, com pedras retiradas dos antigos templos de Tenochtitlan, capital do Império Asteca. Nas proximidades, o Templo Mayor guarda vestígios do antigo centro religioso asteca, destruído pelos espanhóis durante a conquista. O sítio arqueológico também abriga um museu com artefatos encontrados nas escavações.
Ao norte do Zócalo está a Catedral Metropolitana da Cidade do México, erguida sobre o antigo recinto sagrado de Tenochtitlan e considerada uma das maiores catedrais da América Latina. Entre outros destaques está o Palacio de Bellas Artes, conhecido pela fachada de mármore e pela cúpula em tons alaranjados. Já o Museu Nacional de Antropologia é uma parada essencial para entender as civilizações que habitaram o território mexicano.
Vale ainda reservar algumas horas para Coyoacán, bairro onde fica a famosa Casa Azul, antiga residência de Frida Kahlo e hoje museu. O bairro também abriga o Mercado de Coyoacán, com barracas de comidas, artesanato e outros produtos.
Para comer, Daniela Filomeno, apresentadora do CNN Viagem & Gastronomia, recomendou 13 endereços imperdíveis na capital mexicana, que vão de circuito de tacos, como a El Jarocho e El Peribán, a restaurantes de chefs renomados, como o Rosetta e o Pujol.
7. Ilhas Galápagos (Equador)

Galápagos, no Equador, é um arquipélago de 19 ilhas localizado no Oceano Pacífico, a cerca de mil km do continente. Situado na confluência de três correntes oceânicas, o local conta com uma grande diversidade de espécies, sendo considerado museu vivo e vitrine da evolução.
Essa riqueza natural fez com que as Ilhas Galápagos fossem nomeadas Patrimônio Mundial da Unesco. Recentemente, o arquipélago entrou para a lista de melhores destinos para viajar em 2027 da publicação internacional Lonely Planet.
Em novembro, as temperaturas mais amenas e a estação seca favorecem atividades ao ar livre, como caminhadas e snorkel. É também quando começa a temporada de acasalamento das tartarugas-verdes, que passam a se concentrar nas proximidades das praias, além das iguanas terrestres e marinhas. Já os filhotes de leão-marinho estão maiores e mais ativos, tornando o período especialmente interessante para mergulhos e encontros com os animais.
Outras opções de atividades incluem passeios de barco e trilhas por paisagens vulcânicas, que revelam diferentes cenários naturais do arquipélago.
8. Deserto do Atacama (Chile)

Ao norte do Chile, o Deserto do Atacama reúne paisagens variadas, com vulcões, cânions, lagoas e salares. San Pedro de Atacama, principal base para explorar a região, fica a cerca de 1h30 de Calama, onde há um aeroporto com voos de Santiago. A partir dali, é possível fazer a Rota dos Salares e conhecer cenários marcados por grandes altitudes e formações vulcânicas. O roteiro inclui a Reserva Nacional Los Flamencos, habitat de três espécies de flamingos, os Monjes de la Pacana, esculturas naturais de pedra, e as Salinas Calientes, onde águas termais brotam do solo.
O Valle de la Luna é outro passeio clássico. O local reúne formações rochosas esculpidas ao longo de milhões de anos, além de dunas e montanhas de sal, que compõem uma paisagem de aspecto lunar e, para alguns, até semelhante à superfície de Marte. Para fugir do roteiro mais tradicional, uma alternativa é o Vallecito, continuação da Cordilheira do Sal, onde o passeio é feito a pé entre formações rochosas e outras paisagens do deserto.
Longe da poluição e da interferência luminosa de centros urbanos, o Atacama ainda proporciona ótimas condições para observação de constelações, planetas, estrelas cadentes e até satélites a olho nu.
A cerca de 90 km ao norte de San Pedro de Atacama, os Gêiseres de Tatio são uma das atrações mais fantásticas do deserto. A atividade geotérmica mostra toda a sua força quando a água entra em erupção, criando cortinas de fumaça na paisagem. Confira esses e outros passeios nos episódios do CNN Viagem & Gastronomia acima.
Vale destacar que um fenômeno raro tem acontecido no deserto, que é o mais seco do mundo: diversas flores têm nascido e transformado partes da paisagem do Atacama por conta de chuvas que atingiram a região em agosto. Com sorte, será possível ver flores de diferentes cores no horizonte, mais notadamente em meados de outubro.
Entre as opções de hospedagens, confira o Awasi Atacama, hotel boutique de apenas 12 acomodações em San Pedro de Atacama, e o Nayara Alto Atacama, com 42 suítes que possuem varandas com vistas para a Garganta do Diabo, no Valle de Catarpe.
9. Ilha da Madeira (Portugal)

Conhecida como “Pérola do Atlântico”, a Ilha da Madeira fica a cerca de 980 km de Lisboa. O destino é famoso pelo vinho Madeira e por ser a terra natal de Cristiano Ronaldo, que ganhou um museu dedicado à sua trajetória na ilha. Mas são as paisagens do arquipélago que também justificam a viagem, com encostas recortadas por estradas sinuosas, montanhas e vilarejos de arquitetura portuguesa espalhados pelo território.
Na ilha principal, onde fica a capital Funchal, predominam praias de pedras vulcânicas, além de piscinas naturais e áreas de banho entre as rochas. Porto Santo, ilha vizinha da Madeira, tem uma longa praia de areia fina e dourada, com águas cristalinas e tranquilas. O clima sossegado completa o cenário, ideal para quem quer aproveitar alguns dias de descanso à beira-mar.
Uma das atrações mais populares é fazer passeio de barco e avistar golfinhos, que ficam nos arredores da ilha. Outras atividades incluem trail running em zonas montanhosas e surfe.
Em Funchal, vale visitar a Sé, principal templo religioso do arquipélago, cuja construção começou em 1493, por ordem do rei D. Manuel I. Entre os edifícios históricos da cidade também estão as fortalezas de São Tiago, construída no século XVII para proteger Funchal de ataques de corsários, e de São João Baptista do Pico, de onde se tem uma das vistas panorâmicas mais privilegiadas da capital madeirense.
Interessados em vinho podem visitar a Blandy’s, uma das casas produtoras mais tradicionais da ilha. O local oferece visitas guiadas que permitem conhecer mais sobre a história e o processo de produção do vinho Madeira. Entre as hospedagens, destaque para o The Reserve, hotel duas chaves Michelin que dispõe de quartos com vista para a costa da Madeira. Os traslados oferecidos pelo hotel podem ser feitos a bordo de Rolls-Royce.
10. Marrakech (Marrocos)

Opção na África, Marrakech, conhecida como “cidade vermelha”, é uma antiga região imperial em Marrocos que conta com mesquitas, palácios e jardins. A cidade é plana e os prédios são baixos, o que proporciona uma vista interessante do horizonte. Outubro e novembro se destacam pelo clima, já que o calor intenso do verão dá lugar a temperaturas mais confortáveis para explorar a cidade a pé.
Entre os pontos principais está a Mesquita Koutoubia, do século XII. O templo se destaca pela torre alta e pela cor rosada, típica da cidade. Assim como as outras mesquitas da cidade, a entrada é proibida aos não muçulmanos.
Outra atração de Marrakech é o Palácio El Badi, construído no século XVI durante a dinastia saadiana. O sultão Ahmad al-Mansur mandou erguer o palácio para celebrar a vitória sobre os portugueses na Batalha de Alcácer Quibir. Hoje, restam as ruínas do complexo, com paredes de taipa, grandes pátios, jardins rebaixados e espelhos d’água.
A praça Jemaa el-Fna, do século XI, é um importante espaço cultural que está rodeado por restaurantes, bancas e edifícios públicos. Perto dali, o Souk Semmarine se une ao Souk Nejjarine e ao Souk El-Kebir, onde os visitantes podem comprar tapetes, têxteis, especiarias, antiguidades, entre muitos outros produtos. Também é possível encontrar comidas típicas nesses mercados.
O Jardim Majorelle é um dos espaços mais emblemáticos de Marrakech. Com 9 mil m², o local foi criado pelo pintor francês Jacques Majorelle e conta com uma variedade surpreendente de plantas e árvores. O espaço foi comprado pelo estilista Yves Saint Laurent para salvá-lo de um projeto hoteleiro que planejava ocupar o local.
Uma vez em Marrakech, ainda é possível esticar a viagem até Aït-Ben-Haddou. Patrimônio Mundial pela Unesco, a cidade é formada por um conjunto de construções de terra cercada por altas muralhas, oferecendo um panorama das técnicas tradicionais de arquitetura pré-saariana. Várias séries e filmes foram gravados na região, incluindo “Game of Thrones”, “Gladiador” e, mais recentemente, “A Odisseia”. Na trama, a região aparece como a cidade de Troia.

